

Álbum de fotografias de José Maria Palhares

1831
BATISMO
José, inocente
Aos quatro dias do mês de fevereiro de mil oitocentos e trinta e hum (04-02-1831) nesta Freguesia do Sacramento da Sé, batizei e pus os santos óleos ao inocente José, filho legítimo de José Maria Palhares, natural e batizado na Freguesia de Santa Justa da cidade de Lisboa, e de sua mulher, D. Maria das Neves Palhares, natural e batizada na Freguesia de Nossa Senhora dos Anjos, da mesma cidade; neto pela parte paterna de Joaquim José Palhares e de Maria Úrsula do Carmo Palhares, e pela materna de Domingos Xavier Cillos da Silva e de Gertrudes Cillos da Silva, nasceu a quatro do mês passado (04-01-1831): foram padrinhos Plácido Antônio de Abreu e Dona Anna Rita Palhares, por procuração, que apresentou seu marido Joaquim José Palhares, do que fiz este assento que assinei
Padre Coadjuntor José xxx da Fonseca
BATISMO
José, inocente
Aos quatro dias do mês de fevereiro de mil oitocentos e trinta e hum (04-02-1831) nesta Freguesia do Sacramento da Sé, batizei e pus os santos óleos ao inocente José, filho legítimo de José Maria Palhares, natural e batizado na Freguesia de Santa Justa da cidade de Lisboa, e de sua mulher, D. Maria das Neves Palhares, natural e batizada na Freguesia de Nossa Senhora dos Anjos, da mesma cidade; neto pela parte paterna de Joaquim José Palhares e de Maria Úrsula do Carmo Palhares, e pela materna de Domingos Xavier Cillos da Silva e de Gertrudes Cillos da Silva, nasceu a quatro do mês passado (04-01-1831): foram padrinhos Plácido Antônio de Abreu e Dona Anna Rita Palhares, por procuração, que apresentou seu marido Joaquim José Palhares, do que fiz este assento que assinei
Padre Coadjuntor José xxx da Fonseca

1831
BATISMO
José, inocente
Aos quatro dias do mês de fevereiro de mil oitocentos e trinta e hum (04-02-1831) nesta Freguesia do Sacramento da Sé, batizei e pus os santos óleos ao inocente José, filho legítimo de José Maria Palhares, natural e batizado na Freguesia de Santa Justa da cidade de Lisboa, e de sua mulher, D. Maria das Neves Palhares, natural e batizada na Freguesia de Nossa Senhora dos Anjos, da mesma cidade; neto pela parte paterna de Joaquim José Palhares e de Maria Úrsula do Carmo Palhares, e pela materna de Domingos Xavier Cillos da Silva e de Gertrudes Cillos da Silva, nasceu a quatro do mês passado (04-01-1831): foram padrinhos Plácido Antônio de Abreu e Dona Anna Rita Palhares, por procuração, que apresentou seu marido Joaquim José Palhares, do que fiz este assento que assinei
Padre Coadjuntor José xxx da Fonseca
BATISMO
José, inocente
Aos quatro dias do mês de fevereiro de mil oitocentos e trinta e hum (04-02-1831) nesta Freguesia do Sacramento da Sé, batizei e pus os santos óleos ao inocente José, filho legítimo de José Maria Palhares, natural e batizado na Freguesia de Santa Justa da cidade de Lisboa, e de sua mulher, D. Maria das Neves Palhares, natural e batizada na Freguesia de Nossa Senhora dos Anjos, da mesma cidade; neto pela parte paterna de Joaquim José Palhares e de Maria Úrsula do Carmo Palhares, e pela materna de Domingos Xavier Cillos da Silva e de Gertrudes Cillos da Silva, nasceu a quatro do mês passado (04-01-1831): foram padrinhos Plácido Antônio de Abreu e Dona Anna Rita Palhares, por procuração, que apresentou seu marido Joaquim José Palhares, do que fiz este assento que assinei
Padre Coadjuntor José xxx da Fonseca

